O caixa do supermercado aponta o scanner para o seu produto. Em um décimo de segundo, o sistema sabe o que é, quanto custa, e atualiza o estoque. Se o código falhar, o produto não passa. Sua venda não acontece.
A linguagem universal do varejo
Códigos de barras UPC e EAN são padrões globais que permitem que qualquer produto seja lido por qualquer sistema de PDV em qualquer país. São uma linguagem universal — e sem ela, seu produto é mudo para o varejo.
No Brasil, o formato padrão é o EAN-13 (13 dígitos). Nos EUA, o UPC-A (12 dígitos). Ambos são gerenciados pela GS1, e qualquer varejista de porte exige que os códigos sejam registrados e únicos.
O que o código de barras comunica
Um código EAN-13 contém: prefixo do país (Brasil usa 789 e 790), prefixo da empresa atribuído pela GS1, código do produto definido pela empresa, e dígito verificador calculado automaticamente. Cada variação de produto — tamanho, cor, sabor — precisa de um código diferente.

Tamanho, posicionamento e qualidade de impressão
- Contraste adequado — preferencialmente preto sobre branco
- Zona silenciosa — margem em branco de cada lado do código
- Tamanho mínimo — EAN-13 deve ter no mínimo 26,7mm de largura
- Resolução de impressão — mínimo 300 DPI para garantir leitura consistente
Onde colocar na embalagem
Parte de trás, canto inferior direito — é o padrão da indústria e onde os operadores de caixa instintivamente procuram. Evite superfícies curvas sem adaptação; distorção pode tornar o código ilegível.
Para gestão de estoque por trás do código, veja como sistemas de código de barras controlam inventário. Para registrar códigos GS1 oficialmente, consulte como registrar códigos de barras na GS1.
Gere seu código de barras
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